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Ser paraense não é uma opção é uma paixão incontrolável! Sabores únicos e paisagens belíssimas, onde só quem conhece para saber o quanto pai-d'égua é o Estado do PARÁ...

Imagem da Semana Conheça o Estado do Pará
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Égua, até o Obana do BRT já curtiu nosso blog

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Ilustração: Sérgio Bastos Adaptação: Blog SouParaense.com
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Criação do território do Marajó é debatido

Ontem (24/10/2012), foi discutido em uma mesa redonda na Universidade Federal do Pará a criação do território do Marajó. Ainda foi abordado a questão econômica gerada pelo plebiscito, que propunha a divisão do Pará.

Para o presidente da Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó (Amam), Pedro Barbosa, “O Oeste e o Sul do Pará se digladiaram com o Centro, no plebiscito. Depois disso, a nossa situação que era já ruim, ficou pior”. Para ele, o número de eleitores das ilhas implica na situação social e econômica do arquipélago. “O problema é que só temos 200 mil votos”.

Dados do Relatório do Mapa da Exclusão Social apontam que dentre todas as 12 regiões de integração do Estado, a taxa de pobreza em 2010, no Marajó, é de 64,14%, enquanto que na Região Metropolitana de Belém é de 19,26%.

E ai governador, cadê a UNIÃO defendida até hoje pelo sr. e seus confrades do PSDB para um NOVO PARÁ? A população do Marajó padece pela omissão dos governos. Um local lindo, onde poderia ser um dos maiores potencias turístico do BRASIL, e infelizmente, é um propagador do trafico de entorpecentes, exploração sexual infantil e muitas outras mazelas que consomem a alma de seus moradores.

Fonte: Diário Online
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Moda na internet, frase "Keep calm" vira brincadeira paraense



Depois de se tornar um sucesso nas redes sociais, a expressão "Keep Calm", "mantenha a calma", em tradução literal, agora virou uma diversão bem paraense.

A frase se tornou popular na Inglaterra, durante a II Guerra Mundial, quando cartazes motivacionais com a mensagem “Keep Calm and Carry On”, ou “Mantenha a calma e siga em frente”, foram espalhadas para acalmar a população aterrorizada com a invasão nazista. No ano de 2000, um dos pôsteres foi redescoberto em uma livraria em Londres e acabou caindo no gosto do público.


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Belém é chique! (Matéria de Leda Nagle)


Belém é quente, muito quente. Não dá para negar. Mas é uma cidade linda, cuidada, preocupada com o turismo e preparada para ser curtida por moradores e visitantes. Claro que a comida é simplesmente maravilhosa. Tem um tal de filhote, um peixe tão escandalosamente delicioso,que quase me vi trazendo um isopor cheio dele pro Rio. Isto tudo sem falar do açaí que vem em recheio de bombom, em sorvete, na tigela e vem até no carro de som da Parada Gay, que, domingo passado, parou a praça em frente ao belíssimo Theatro da Paz , construído em 1878, no auge do Ciclo da Borracha. Mas há muito mais que comida em Belém.

Existem lugares especiais, pouco falados aqui no sul maravilha. Quer um bom exemplo? A Estação das Docas, na baía do Guajará. A vista do rio é linda, as lojas são pequenas, poucas, simples, sem grifes internacionais, porque a grife é o Pará. Ali eles vendem os seus produtos típicos, dividindo os galpões com os restaurantes e espaços culturais. É lindo, mas não é só isto; o melhor está por vir: um palco suspenso, que passeia por todo o espaço, do alto, deslizando a melhor música brasileira, em cima dos trilhos que tiveram tratamento acústico especial para não interferir no som. E deu certo.

Outra coisa que deu muito certo foi transformar o presídio, que um dia foi convento, num polo joalheiro, com direito a Museu das Gemas do Pará. E você ainda pode ver fazer a joia que pretende adquirir, no Espaço São José Liberto. Não é chique?

E ainda vai observar cristais gigantes, belos jardins, artesanato marajoara e mais espaço para cultura e lazer. Mas não deixe de fazer uma visita à Casa das Onze Janelas, uma construção do século 18, que já foi residência, hospital e o que é agora? Espaço Cultural. Isto tudo sem falar no Museu de Arte Sacra ,no Museu Emilio Goeldi, no Forte do Presépio, na Igreja da Sé, na Igreja de Santo Alexandre, na Catedral, na Basílica Santuário de Nazaré e em vários outros lugares que não deu tempo de conhecer. Claro que o Mercado Ver o Peso é de muito interesse com suas ervas, temperos, pimentas, castanhas e seus trabalhadores quebradores de castanha.

Mas tem um lugar especial que se chama Mangal das Garças. É um parque extraordinário, incrivelmente cuidado e limpo, onde garças, patos, tartarugas e lagartos gigantes passam o dia com paraenses e turistas numa convivência harmoniosa, diante dos olhares atentos de guardiões educados e orgulhosos da sua terra. Em breve, vão inaugurar o maior aquário de água doce das Américas. Quer saber? Vai lá. É quente, mas é lindo e o Círio de Nazaré é no segundo domingo de outubro.  

E-mail: comcerteza@odianet.com.br  
Fonte: Portal O Dia
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Estado pode revitalizar casarões históricos

Foto: Alessandra Serrão/ AG. PARÁ

Os casarões seculares são exemplos de patrimônio que ajudam a contar a história de uma cidade. Em Belém, eles estão espalhados pelo centro e são protegidos por órgãos como o Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Dphac), vinculado à Secretaria de Estado de Cultura (Secult), segundo o qual mais de 40 bens são tombados, entre imóveis, peças e logradouros.

Apesar da importância para a identidade histórica da cidade, muitas vezes os donos abandonam os imóveis. No dia 14 deste mês, um casarão localizado na praça General Magalhães, no bairro do Reduto, pegou fogo. O incêndio que acabou consumindo parte da construção teria sido provocado por moradores de rua próximas.

O Dphac encaminhou um ofício à Secretaria Municipal de Finanças (Sefin) solicitando a identificação do proprietário do imóvel para propor alternativas para sua revitalização.

Serviço: para denunciar degradação ou abandono de prédio histórico, basta entrar em contato com a Fumbel: (91) 3230-1387; Dphac: (91) 4009-9842; ou Iphan: (91) 3224-1825.


Texto:
Amanda Engelke - Secom
Fone: (91) 3202-0911 / (91) 8150-8965
Email: amanda@agenciapara.com.br
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2ª Prestação de contas do Plebiscito no Pará

Já está disponível para consulta, no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a segunda prestação de contas parcial das frentes plebiscitárias favoráveis e contrárias ao desmembramento do Estado do Pará para a criação dos Estados do Tapajós e do Carajás. As frentes tiveram até o último dia 11 para apresentar os números à Justiça Eleitoral.


FRENTE CONTRA  CARAJÁS (R$ 202.800,00)


FRENTE CONTRA  TAPAJÓS (R$ 39.285,00)


FRENTE A FAVOR  CARAJÁS (R$ 946.480,60)


FRENTE A FAVOR  TAPAJÓS (R$ 376.302,00)



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Fiscalização para motoristas de transportes coletivos

A Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel) esta implantando o projeto de fiscalização e reeducação para motoristas de transportes coletivos que circulam pela região metropolitana de Belém. O objetivo é atender a reclamações da população para que a utilização obrigatória das faixas 3 e 4, na avenida Almirante Barroso, sejam exclusivas para os ônibus.

Segundo Elias Jardim diretor de Trânsito da CTBel, O projeto será realizado em duas etapas. “Primeiro serão modificadas as cores das faixas laterais pela direita, a retirada das tartarugas e a implantação de placas de regulamentação. Na segunda etapa, serão colocados câmeras em pontos estratégicos da avenida para que a via seja totalmente monitorada, evitando assim acidentes e irregularidades”, explica.

Desde o início da semana as tradicionais faixas amarelas estão sendo substituídas por faixas azuis e também estão sendo retiradas as “tartarugas”. “A mudança da cor é proposital, é pra chamar bem a atenção. Já a retirada das “tartarugas” é porque elas eram utilizadas para que os ônibus não ultrapassassem as faixas 3 e 4. Mas como estamos mudando de estratégia, não será mais necessário e também estamos atendendo pedidos de motoristas que reclamam de danos em seus automóveis e também porque já registramos acidentes com motos”, enfatiza.

Segundo a CTBel, o trabalho ao longo da Almirante Barroso vai levar duas semanas. Em seguida, o projeto se estende para outras ruas da capital. Logo após a instalação das câmeras, o monitoramento será realizado em horários específicos, assim como a circulação dos ônibus.

De acordo com Jardim a partir de janeiro de 2012 a central de monitoramento já estará em funcionamento. “A central será criada na sede da CTBel com agentes de trânsito que primeiro vão priorizar o transporte coletivo e ao longo da implantação do projeto. O objetivo será atender a outras situações” conclui. (Diário do Pará)
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Lyoto Machida fala de sua próxima luta: "Jon Jones que se cuide"

A Lyoto Machida elogiou o centro de treinamento montado na AP
Escolhido em 2009 pela revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes, Lyoto dispensa apresentações ao público paraense. Ex-campeão mundial do UFC na categoria meio-pesado, ele enfrenta o norte-americano Jon Jones, atual dono do cinturão, dia 10 de dezembro em Toronto, Canadá. Mas isso tudo até as mangueiras da cidade já sabem e até as mangueiras vão parar para ver a luta. Lyoto recebeu ontem a imprensa na Assembleia Paraense, onde treina atualmente. Após a coletiva, concedeu entrevista exclusiva ao jornalista Cláudio Darwich, editor executivo do DOL.


Como o estilo de Jon Jones pode ser neutralizado?

– A gente ainda não chegou nessa parte de estratégia da luta, porque isso é uma coisa que normalmente é tratada de uma semana e meia a duas semanas e meia [antes da luta]. Mas a gente acredita que uma boa combinação dos três aspectos da luta, tanto a luta em pé, quanto a parte de queda e de chão, essas três combinações bem apuradas, elas podem anular bastante este jogo do Jon Jones.

Você está dando ênfase a algum aspecto do seu treinamento?

– A gente está dando uma ênfase especial na parte física, porque a gente sabe que é uma luta de cinco rounds, onde a exigência física vai realmente ser grande. Quem estiver fisicamente mais preparado com certeza vai levar vantagem principalmente nos dois últimos rounds, que é quando quem não está bem condicionado pode sentir um pouquinho.

Na parte técnica, você vai investir mais no Machida Karate?

– Na parte técnica a gente vai trabalhar muito o karatê, junto com uma combinação de muay-thay que a gente vem treinando, porque ele é um cara que luta um pouco de muay-thay também. Então a gente precisa treinar para combater este tipo de técnica que ele usa. Mas acredito muito no nosso estilo, de entrada e saída, de defesa e contragolpe e é isso que a gente está acreditando.

Você tem alguma estratégia de defesa contra os golpes de wrestling do Jon Jones?

– Estão chegando aí dois sparrings de fora justamente que vieram do wrestling e estão preparados nestas técnicas. Inclusive eles foram nível A nos Estados Unidos.

São americanos?

– São americanos e estão chegando semana que vem e esta parte de quedas a gente vai deixar na mão deles, para que eles possam passar toda a área de estratégia, de defesa e de como a gente pode eliminar as técnicas do Jon Jones nas quedas.

Chegam quando?

– Dia 19 ou 20 eles estão chegando e vão passar aqui 12 dias.

Anderson Silva está ajudando em sua preparação?

– Ele me liga quase toda semana, ele fala Lyoto, treina mais isso, treina mais aquilo, mas ainda não confirmou ainda a vinda dele para cá, devido a compromissos pessoais. Anderson é um cara que hoje está muito na mídia, ele é muito exigido nessa parte e nem eu quero cobrar isso dele, mas ele falou que se tiver um tempo, com certeza vai vir.

Sua preparação será toda feita aqui?

– Toda feita aqui, só vou viajar nas vésperas do combate.

Com quantas pessoas no staff?

– Cerca de 12 pessoas.

E sparrings?

– Quatro sparrings, de modalidades diversas: um de wrestling, dois que vieram do muay-thay e um do jiu-jitsu. Mais prearador físico, fisiologista, quatro técnicos de luta em pé, dois técnicos de luta no chão e um cara que ajuda na parte de queda.

Você acredita que a luta vai ser rápida?

– Numa luta dessa, eu não penso na velocidade que posso acabar a luta. É uma luta de paciência, também. Quem errar primeiro, pode tomar um golpe. A gente prefere jogar na paciência, ir devagar, matando a luta até chegar o momento de um golpe entrar e terminar.

Existem novos valores no MMA local?

– Muita gente, que às vezes precisa de um apoio, precisa lutar num evento um pouco melhor, pessoas até que treinam comigo mesmo. O próprio Yuri Marajó, só agora despontou no cenário internacional, ganhou o Jungle Fight e está no UFC. O Ildemar Marajó, que é irmão dele, o Queixinho. Tem grandes atletas aí, que estão despontando e com certeza vão ter seu lugar ao sol.

O que você aconselharia aos organizadores de eventos de luta no Pará?

– Acho que os eventos deveriam ter mais continuidade, constância. Se toda vez tivesse um evento, seria melhor. Do jeito que o esporte está crescendo, todo mundo avalia que este será o segundo maior esporte do País e um dos maiores do mundo. Com as aquisições que está tendo, com todo este apoio da mídia e do marketing, acredito que a gente tenha condições de chegar muito próximo do futebol. Lógico que não dá para comparar, porque o futebol tem muito mais anos de ‘carreira’ que o MMA. 

A luta ainda é tradição no Pará?

– Sim, o Pará tem uma grande tradição em luta. Tanto no boxe, como no karatê, no judô também tem atletas que se destacam. É uma tradição, devido aos japoneses que vieram para cá e trouxeram com eles a luta marcial e desenvolveram aqui grandes técnicas de luta para as pessoas que têm potencial despontarem lá fora.

Quem são seus patrocinadores hoje?

– Estou com o Bony Açaí, Yamada, Claro, Governo do Estado e a Assembleia Paraense está dando um apoio muito grande.

A estrutura de treino para você está boa?

– Esta estrutura que tenho hoje aqui [na AP], de privacidade, de estrutura física, um octógono à disposição, um tatame à disposição, eu nunca havia treinado desta forma, apesar de haver morado fora, nos EUA e no Japão, nunca tinha tido. Muito menos com a equipe que tenho hoje, multidisciplinar, que isso é superimportante na divisão das tarefas. (Cláudio Darwich / DOL)
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Ricardo Teixeira devia ser algemado ao sair do Congresso

teixeira 450 Coronel Teixeira devia ser algemado ao sair do Congresso
Créditos: Getty Images
A arrogância de Ricardo Teixeira está se tornando um insulto ao povo brasileiro. 

Dizer, em depoimento na Câmara, que o Congresso não deve se preocupar com a soberania nacional diante do "evento único" que é a Copa do Mundo é pra ele sair do plenário algemado.

Esse tipo de pensamento é típico de quem sempre viveu fora da lei. Não por acaso, esse senhor responde a dezenas de acusações de tráfico de influência, suborno, chantagem, corrupção e desvio de dinheiro público. É um gângster, nunca é demais repetir.

Mesmo escanteado e humilhado pela presidente Dilma, não perde a pose de senhor de engenho. Ou cangaceiro, usando uma palavra mais adequada aos seus modos.

Ao lado do secretário-geral Jérôme Valcke, outro jagunço da Fifa, o coronel Teixeirão sustenta com petulância seu discurso truculento. Estão pouco se lixando se os interesses do país vão ser aviltados apenas para garantir os lucros indecentes da "entidade máxima" do futebol mundial.

O Brasil vai torrar R$ 70 bilhões em "investimentos" para viabilizar os US$ 4 bilhões que a Fifa vai embolsar com esse "único evento". E ainda ficam, os capitães do mato, dando chibatadas nas nossas leis, governantes e torcedores.

É um verdadeiro bando tomando de assalto um país. Mereciam ser deportados a pontapés. Aí, sim, eles aprenderiam o que é soberania nacional.
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Divisão do Pará: Sexta-feira começa a disputa nas TVs e rádios


A campanha na rádio e televisão para o plebiscito sobre a divisão do Pará começa na sexta-feira, dia 11. A expectativa é que, de fato, a campanha na mídia será uma verdadeira guerra pelos que lutam pelo território paraense unido e os que defendem os novos Estados. Mas os integrantes das equipes das quatro frentes contra e a favor dos Estados do Carajás e Tapajós já estão preparados para o embate.

As frentes contrarias mostrarão a população do Pará que a divisão é inviável e, logo nos primeiros programas, vai mostrar que os Estados de Mato Grosso e Goiás tiveram muitos problemas com a divisão que viabilizou a criação dos Estados do Tocantins e Mato Grosso do Sul. Desmentindo a afirmação dos separatistas, onde tentam induzir a população de que ocorreu maravilhosamente bem. Já as frentes favoráveis, tentarão mostrar a realidade dessas regiões, onde almejam diminuir as distâncias e melhorar a capacidade de gestão.
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Belém sediará Olimpíadas Escolares Brasileiras em 2013

Belém após longos anos de esquecimento, esta voltado a receber grandes eventos nacionais!  

Integrantes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB)
 
 Belém, foi escolhida para sediar a edição de 2013 das Olimpíadas Escolares Brasileiras. Será a primeira vez que a Região Norte terá o evento esportivo, que reunirá milhares de alunos de todo o país, entre 15 e 17 anos. O anúncio foi feito na noite de segunda-feira (31) pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). 

A rede hoteleira, as instalações esportivas e principalmente o empenho e as garantias apresentadas pelo governador, foram citados por Edgar Hübner, gerente de Iniciação, Fomento e Eventos do Comitê, ao falar sobre o que foi decisivo para a escolha de Belém como sede dos jogos. Ele também ressaltou que os investimentos feitos durante a realização das Olimpíadas, em torno de R$ 4 milhões, a infraestrutura do Hangar, considerando o local como o melhor centro de convenções dentre 40 cidades visitadas, foram muito importantes para a escolha de Belém.

Além do Hangar, foram visitados o Estádio Olímpico do Pará Edgar Proença (o Mangueirão), a Estação das Docas, o Mangal das Garças e a Escola Superior de Educação Física.


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Projeto quer proibir música sem fones nos ônibus

Vereadores apresentaram na Câmara Municipal de Belém o projeto de lei que visa proibir ouvir música em celulares e aparelhos similares, sem fones de ouvido, nos ônibus de transporte coletivo na capital paraense.

Caso a lei seja aprovada, a fiscalização sobre o não cumprimento da norma deverá ser feita pelos motoristas. "Caso algum usuário do transporte coletivo se sinta incomodado, tem que avisar ao motorista da situação. Este tem que parar na autoridade policial mais próxima para informar sobre a irregularidade e dar encaminhamento à detenção do infrator", detalhou  Fernando Dourado. No caso de ser o motorista a desrespeitar a proibição, o próprio usuário deve fazer a denúncia a alguma autoridade.

Nos dois casos, a multa para quem desrespeitar a lei pode chegar a R$ 1.000,00. Se for o motorista quem estiver cometendo a infração, a empresa é que deve arcar com a penalidade. 


Você aprova o uso obrigatório de fones nos ônibus?
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Divisão trará custos e perdas para demais Estados

A conta pela criação dos Estados de Carajás e Tapajós, que podem surgir da divisão do Pará, deve ser paga pela União e pelos outros Estados.

Em 11 de dezembro, os paraenses decidirão em plebiscito se desejam a divisão. Caso repita o acordo feito com Tocantins, em 1988, a União injetará mais de R$ 1 bilhão nos dois novos Estados.

Carajás e Tapajós poderão pleitear benefício semelhante ao de Tocantins, que recebeu um auxílio que, hoje, equivale a R$ 680 milhões.

Outra possibilidade é que Carajás e Tapajós se beneficiem de aumento nos repasses federais do FPE (Fundo de Participação dos Estados). Nesse caso os demais Estados é que perderiam recursos.

Essa guerra de números já esquenta a campanha do plebiscito sobre a divisão do Pará. Há duas projeções: os favoráveis a Carajás e Tapajós preveem máquinas públicas enxutas, e o outro lado faz cálculos levando em conta uma administração inchada.

Os defensores da divisão se apoiam no economista Célio Costa, que ajudou a criar o Tocantins e prevê um aumento nos repasses do FPE.

O Pará recebeu R$ 2,9 bilhões de FPE em 2010. Costa calcula que, com a divisão, os novos Estados já receberiam mais que isso. Ele estima R$ 1,1 bilhão para Carajás e R$ 2,2 bilhões para Tapajós.

Somando tais repasses à arrecadação, cada Estado teria uma receita de R$ 3 bilhões e chegaria ao equilíbrio.

Mas, nesse caso, o acréscimo de R$ 3,3 bilhões seria abatido das transferências aos demais Estados. Só o Pará perderia R$ 300 milhões.

A estimativa usada na campanha contra a divisão é do economista Rogério Boueri, do Ipea. Ele calcula que os novos Estados seriam inviáveis.

Levando em conta os futuros PIBs de Carajás e Tapajós, ele afirma que os Estados, juntos, teriam um deficit anual de R$ 1,9 bilhão, que teria de ser bancado pela União.

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Açaí gera hidrogel que regenera a pele

Um estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP) descobriu que o óleo de açaí tem alto poder regenerativo.


Um estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP) descobriu que o óleo de açaí tem alto poder regenerativo e, por isso, está sendo utilizado no desenvolvimento de um curativo de polivinilpirrolidona (PVP). Esse tipo de curativo, com aspecto gelatinoso e conhecido como hidrogel, já é bastante utilizado em países como o Japão e os Estados Unidos, mas sem nenhum aditivo. Como é rico em água – boa para a hidratação de ferimentos sem grudar -, a pesquisadora Ana Carolina Henriques Ribeiro Machado resolveu melhorá-lo adicionando o óleo de açaí, repleto de ácidos graxos essenciais, como o ômega 3, 6 e 9. Assim, ele se torna mais eficaz no estímulo à cicatrização de ferimentos.

O dispositivo, que ainda está em fase de testes, irá prevenir e tratar condições anormais da pele, como dermatites, escamações e ressecamento, e auxiliará no processo de regeneração da mesma. “A ideia inicial era unir os benefícios do óleo açaí, que é rico em ácidos graxos essenciais e com um grande poder de regeneração do tecido epitelial, com os hidrogéis PVP, que são os curativos que apresentam bons resultados em casos como queimaduras”, relata Ana Carolina. 

“É comum ouvir os médicos dizerem que não pode tapar o machucado, mas com esse curativo você vai poder cobrir a ferida, porque ele permite a entrada do oxigênio, que é importante. E a adição do óleo do açaí nesse curativo, foi, justamente, pelos benefícios que o açaí tem. Esses ácidos graxos são utilizados nos processos de regeneração cutânea por possuírem ação bactericida, aumentarem a permeabilidade da membrana celular, promoverem mitose e proliferação celular e auxiliarem no debridamento da pele”, completou.
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Divisão do Pará: Chance de enriquecer sem muito trabalho

Publicado por Ricardo Felix no Facebook 
Não importa o quanto o Pará, a União, empresas privadas e etc invistam nessas regiões, elas sempre irão pedir pela separação, o motivo? Máquina pública, cabides de empregos, chances de enriquecer sem muito trabalho. Manipuladores daquelas regiões já fizeram o que tinham que fazer para arregalar os olhos de sua massa de manobra em cima das 'oportunidades' que uma máquina pública estatal gera em determinada região.

Eles não estão errados de querer isso, não, afinal de contas, quem não quer auferir grandes vantagens sem grandes esforços? O que me deixa pasmo é a hipocrisia, de dizerem que querem a separação porque se acham 'esquecidos' pelo Estado e são coitados nessa história, francamente... se falassem a verdade, ou seja, "queremos emprego público seguro e fácil, e a oportunidade de mamar nas tetas do Governo para enriquecer como qualquer capital de Estado", aí eu nem me daria ao trabalho de postar aqui, mas pelo menos eles não estariam sendo hipócritas com a população e com o país, dizendo que sofrem 'maus tratos' do Goveno do Estado.

Em hipótese alguma estou negando o fato de que a região sofre com problemas de falta de estrutura, mas a questão é, que cidade do Pará não sofre?! Acho curioso comentar neste grupo e dizer que uma cidade como Parauapebas (exemplo) é tratada pelo Estado como 'resto' enquanto Belém e região são superbeneficiadas, ora, convido você a conhecer a região nordeste do Pará, e nem precisa ir muito longe de Belém, aliás, nem precisa sair de RMB, vá nas periferias de Belém, vá em lugares como o Aurá em Ananindeua, visite pequenos municípios do nordeste paraense como Augusto Correa, perto de Bragança, e veja se eles estão no nível de Parauapebas...você voltará de lá com os olhos sangrando, amiga, depois de ver tanta miséria, e o pior, sem nem 10% da oportunidade de empregos que existe em Parauapebas. Nos pequenos municípios do nordeste do Pará não existe mineração para salvar a população da fome, querida.

Depois de Belém (que é a capital, e como em todo país, é a mais rica do Estado), as cidades com maiores PIB são Barcarena no nordeste do Estado (pelos projetos da ALBRAS e ALUNORTE, ambas empresas PRIVADAS, não tem Estado ladrão e sugador aí), e depois vemos as 'problemáticas e esquecidas' Parauapebas e Marabá, depois delas temos Ananindeua, a segunda maior cidade do Estado e uma das maiores da região norte, e que pasme, tem um PIB de pouco mais de 2 bilhões, sendo que tem aproximadamente de 500 mil habitantes, e aí, cadê o Estado ladrão que não ajuda essa cidade tão problemática, e que por sinal, é vizinha da capital?

Depois de Ananindeua, vem a candidata a sede do Governo do futuro Tapajós, Santarém. E depois dela, amiga, nenhuma outra cidade tem PIB acima de 1 bi, nenhuma. Castanhal é uma cidade que vive praticamente de comércio e serviços, assim como Belém, a pequena Capanema (que tem uma pequena indústria de cimento) no nordeste do Estado, sobrevive por isso e por ser um pólo de comércio de pequenos municípios próximos, o mesmo acontece com Bragança. Saindo dessas cidades citadas do nordeste do Estado, o resto é lamentável, você vê municípios minúsculos e sem perspectivas de geração de emprego e renda que possam fazer, a médio e longo prazo, com que a economia da cidade levante, o contrário das tão esquecidas Parauapebas, Marabá, e Santarém, que depois da capital do Estado, são as únicas com comércio pujante, terão inclusive Shopping Center, as únicas do Estado também.

Shopping e comércio pujante no nordeste do Pará, fora da RMB, será que existe? Ou melhor, será que um dia vai existir? Quem sabe, mas com certeza não será nessa década. 

As cidades do Sul do Pará estão começando a colher os frutos da mineração agora, são cidades novas, raras as que tem mais de cem anos, e queriam o que? Ter o PIB e a estrutura de Belém? Que tem quase 400 anos? Ah vá...essas cidades crescem em ritmo alucinante, e os políticos da região sabem que dentro de alguns anos, serão verdadeiros pólos comerciais e de emprego, e querem garantir sua parte nesse futuro, por isso fazem tanto lobby em cima da criação do Estado, não há coitadismo da população do sul do Pará que não tenha no nordeste do Pará! Repito, NÃO HÁ! As dificuldades que tem no sul, tem no nordeste, a diferença é que o sul pelo menos tem perspectivas de melhorias! Então antes de conhecer toda a realidade de um Estado, evite fazer essas afirmações difamatórias! 

Você não vê a quantidade empregadas domésticas e camelôs que existem em Belém, provenientes do nordeste do Estado, que preferem viver na miséria aqui, no meio da lama e dividindo espaço com traficantes e assassinos, do que passar a extrema miséria e fome de seus municípios no nordeste do Estado. Você vê até gente do Maranhão em Belém atrás de emprego, mas raramente verá alguém do SUL DO PARÁ em Belém atrás de emprego!

O iludido aqui, amiga, com todo respeito, é você, e não nós. Vc é de Belém, você foi pro sul em função do que mesmo?! Ah, acredito que foi emprego que apareceu pra você lá, não é?! Mas em Belém e no nordeste do Estado, se não for por concurso público ou por meio de profissões liberais, o máximo de emprego que você (e qualquer um) iria conseguir, era de vendedor de loja ou atendente de caixa, porque se você achar emprego bom por aqui nessa região 'rica', favor me avisar. Não é por acaso que das metrópoles com mais de 1 milhão de habitantes, Belém é a que tem os piores índices econômicos e sociais. Ache uma foto panorâmica da RMB em que você não encontre uma favela ou bolsão de miséria, e eu te dou parabéns. 

A cidade tem ricos, tem prédios lindos e etc, a diferença é que os ricos daqui moram em prédios, e os de Marabá em mansões encrustradas em fazendas que valem milhões de reais. Os pobres de lá e os daqui sofrem as mesmas mazelas, então essa de coitadismo não desce a minha garganta! Se você achar o lugar pra onde estão indos os investimentos provenientes do 'furto' da receita do Sul do Pará, me dê um toque, que eu também quero saber.

Se tem uma região que eu acho que mereceria uma máquina pública como incentivo no Estado, é a região de Itaituba, conhece? Se o que os separatistas realmente quisessem fosse igualdade, então eles não escolheriam Santarém como a capital do Estado de Tapajós, sendo que a região de Itaituba sofre muito mais com a falta de estrutura.

Para finalizar, antes de você inflamar uma discussão tão séria com achismos, seria bom procurar conhecer a realidade de todo o Estado, e ver que as dificuldades estão em toda parte, e não concentradas em pólos com riquezas minerais furtadas. Porque você acha que a região nordeste do Pará e não pede emancipação de Belém para formar um pequeno Estado? Simples, lá não tem políticos assentados sobre bilhões em minério, daí não há interesse, e também não tem uma cidade grande como Santarém para se candidatar a capital e concentrar cabides de empregos públicos.

Se o discursso se manter em cima da tese de que a separação é pela nobre causa dos menos favorecidos, eu não aceito, agora, se mudarem e discursso e assumirem que é por ganância, então esses políticos e latifundiários manipuladores pelo menos teriam um mínimo de dignidade, pelo menos assim estariam mostrando para a população os seus reais interesses.
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